
a gente se perde no afeto que encontra sem querer. no tamanho dos abraços, no conforto de um beijo, na calmaria de um olhar. qualquer gesto com as mãos, um afago, um repouso, um apoio sincero de dedos se encontrando, o acalentar do corpo. isso que vem da alma e jamais se diz. isso que vem de nós, dos nossos anseios, das nossas procuras. isso que eu sinto serenamente todos os dias ao entrar em contato com os outros. é dessa pele com pele que nasce a poesia do mundo. quero viver poeta, quero morrer poeta. que assim seja.
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